Monthly Archives: janeiro 2016

Lideranças das Entidades de Classe vão se reunir na sede do SINPOL Campinas, sob coordenação da FEIPOL para discutir o futuro das reuniões de trabalho na Secretaria de Segurança Pública, garantindo assim que todas as Regiões apresentem suas peculiaridades.

COMEÇOU TARDE

Trabalhar sozinho não dá. As lideranças estão no caminho certo. Visando a união de desígnios, deixando muito claro ao Governo a mobilização que se avizinha por conta das dificuldades enfrentadas pelos servidores policiais civis. Esperamos que todos os líderes se compenetrem da necessidade de união. Pela classe. Não pela Entidade.

Poucos chegam à classe especial. Não há reposição salarial. Não se reconhece a Lei 144/15. Cria-se mecanismos contra a integralidade salarial. Absurda e ilegalmente um parecer “autoriza” o governo a tirar a classe conquistada pelo policial quando se aposenta antes de completar 5 anos na classe. Nível universitário anunciado pelo Governador ao lado do Delegado Geral e do SSP abertamente à imprensa totalmente “reconfigurado” um dia depois. Falta de servidores. Excesso de unidades em cidades menores dividindo o quadro e agravando a situação. Entre outras situações.

AGORA COM PARTICIPAÇÕES DA

FEIPOL e da ADPESP:

A REESTRUTURAÇÃO.

Está de volta o:

1 – engodo? 2 – fantasma? 3 – ganha tempo? 4 – ou agora a coisa é séria?

A sátira acima demonstra bem o descrédito que o tema reflete sobre TODOS os Policiais Civis.

GRUPO DE TRABALHO. O que é? Não sabemos ainda. Quem vai participar?

Recentemente o SIPOL leu uma carta ao Delegado Geral de Polícia informando que os Policiais Civis Operacionais NÃO SÃO CHAMADOS A PARTICIPAR das negociações e NÃO SÃO RECEBIDOS PELO GOVERNADOR.

Na última reunião na Secretaria de Segurança foi feita a mesma colocação enfatizando que os Policiais Civis Operacionais não têm acesso ao Grupo de Trabalho e que PRECISAM SER OUVIDOS. Pois são igualmente servidores públicos.

O Secretário então se expressou dizendo: vocês são muitos, qual Entidade vamos chamar?

As Entidades responderam: “A FEIPOL. É uma Entidade legalmente reconhecida pelo Ministério do Trabalho. É uma FEDERAÇÃO que representa a TODOS OS POLICIAIS CIVIS INDEPENDENTEMENTE DE FILIAÇÃO.”

O Secretário chamou o Presidente do Grupo de trabalho e pontuou sobre o assunto.

Para nossa surpresa foi publicado no Diário Oficial a inclusão nesse Grupo de Trabalho de um participante indicado pela FEIPOL e outro participante indicado pela ADPESP.

Esperamos que os componentes não policiais desse Grupo de Trabalho se revistam dos espíritos dos princípios administrativos na condução de suas discussões.

É necessário separar muito bem duas coisas:

1 – HIERARQUIA

2 – INTERESSE CLASSISTA

Um bom exemplo é a PROMOÇÃO POR MERECIMENTO. Isso deve ser CORTADO PELA RAIZ NA POLÍCIA CIVIL.

A Polícia não é um órgão privado. Não é possível que uma carreira escolha quem vai ser promovido em outras carreiras. Deve apenas fiscalizar, como reflexo da hierarquia, a condução do processo para que haja lisura e transparência.

Ou seja, o critério tem que ser OBJETIVO: pela antiguidade. Dentre os mais antigos escolhem-se os chefes. Não deve ficar nem mesmo uma sombra dessa promoção por merecimento. Nada de diminuir porcentagens, ou de provas. Extinção mesmo.

Também não é saudável que dentro de um órgão “não militar”, o servidor não tenha acesso ao ápice da carreira. TODOS devem chegar à classe especial. Ainda que se reestruture as classes, acrescentando mais, por exemplo, da seguinte forma:

Escrivão de Polícia (apenas EXEMPLO)

0              3         anos na 6ª classe – salário     =  BASE inicial         2.250,00 + vantagens etc

3              5          anos na 5ª classe – mais 10% =  BASE de               2.475,00 + quinquênio, etc

5             10         anos na 4ª classe – mais 11% =  BASE de               2.747,25 + quinquênio etc

10           15         anos na 3ª classe – mais 12% =  BASE de               3.076,92 + quinquênio etc

15           20         anos na 2ª classe – mais 13 % = BASE de               3.476,91 + quinquênio etc

20           25        anos na 1ª classe – mais 14% =  BASE de               3.963,67 + quinquênio etc

25           —          anos na Especial – mais 15% =  BASE de               4.558,22 + quinquênio etc

PORTARIA REGULAMENTAR DA DEJEC (Cadê?)

O SIPOL está tentando obter informações junto à Delegacia Geral e à Secretaria de Segurança Pública.

A Lei foi sancionada pelo Governador no dia 13 de janeiro e já está valendo. Só o que falta é uma Portaria da DGP regulamentando o assunto para que Policiais Civis interessados possam receber por trabalhos extraordinários. O que já fazem atualmente sem receber nada, apenas a título de Regime Especial de Trabalho Policial.

Protestamos pela URGÊNCIA da edição dessa Portaria. As respostas da DGP e da SSP serão postadas neste espaço assim que forem encaminhadas.

DEJEC NÃO É A SOLUÇÃO.

No entanto, é um alento aos Policiais Civis do Interior que trabalham em mais de um município e unidade, de graça.

LutoTransmitimos Mensagem do Doutor José Carlos, do DEINTER – 8.

“Prezados. Cumpro doloroso dever de comunicar o falecimento da Sra. Waldevez Ribeiro Geralde, 79 anos, genitora do Dr. Walmir Geralde, Diretor do DEINTER-8, ocorrido agora à tarde. O velório e enterro acontecerão na cidade de Castilho, próxima a Andradina”.

(Aos 79 anos, de causas naturais).

Fica registrado nosso pesar.

SIPOL – Presidência e Diretoria.

APÓS RECESSO POR PROBLEMAS TÉCNICOS O SIPOL

VOLTA A PUBLICAR.

O SITE VOLTA À ATIVIDADE DE INFORMAÇÃO

Por SINPOLSAN:

Esta é a lista de policiais civis aposentados este ano, 2016, até agora. 303, sendo que 91 são escrivães, 84 investigadores e 26 delegados

Folha de São Paulo traz matéria com entrevista do OUVIDOR ADJUNTO das Polícias do Estado. Segundo a reportagem ele diz que a PM deixa muito a desejar. E que está preparada para uma GUERRA QUE NÃO EXISTE (grifos nossos). Veja a matéria completa clicando no link abaixo.

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2016/01/1732404-o-comportamento-da-policia-militar-deixa-muito-a-desejar-diz-ouvidor.shtml