“PM ignora força-tarefa e cria mal-estar em apuração sobre chacina”

SIPOL : “E daí”?

A notícia é do Jornal Folha de São Paulo. Pode ser conferida na íntegra pelo link http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/08/1674157-pm-ignora-forca-tarefa-e-cria-mal-estar-em-apuracao-sobre-chacina.shtml Reportagens de Rogério Pagnan e Lucas Ferraz

SIPOL – está certa a PM.

Cuida dos interesses e competências da “corporação” como um “todo”.

Afinal, para que servem os Tribunais Militares?! Para que serve a Justiça castrense?

Ou aceita, ou desmilitariza. Até lá a PM vai, com toda competência que tem direito, sem abrir mão dela a quem quer que seja, cuidando de seus interesses.

Por que deveria a PM dividir sua competência?! Se o Tribunal mudou de opinião em poucos momentos, que problema tem? É proibido?

A PM só está mostrando como é que se faz.

PM não dá cópia de ocorrência de graça, não faz o que não é de usa competência, não obriga por portaria soldado fazer obrigação de cabo (nem admite isso). Muito menos abre mão do que de legalmente é de sua competência. Se “deixar” até dá uma “investigadinha”, como todos sabem.

A PM não desrespeitou nem o Secretário, nem a Civil, nem o Governador. Só está trabalhando de acordo com o que entende ser pertinente dentro da justiça especial que a orienta e norteia.

Claro que, no final das contas, é a Polícia Civil que vai de fato esclarecer o ocorrido. Desde que, no exercício de sua competência especial, até onde faz sombra o entendimento “de que até o primeiro relatório do IPM, as diligências são da Justiça Militar”, não se faça nenhuma lambança, visto que, os profissionais competentes (em todos os sentidos) da investigação, são formados, no Estado de São Paulo, na Academia de Polícia Civil, Doutor Coriolano Nogueira Cobra.