AGORA COM PARTICIPAÇÕES DA

FEIPOL e da ADPESP:

A REESTRUTURAÇÃO.

Está de volta o:

1 – engodo? 2 – fantasma? 3 – ganha tempo? 4 – ou agora a coisa é séria?

A sátira acima demonstra bem o descrédito que o tema reflete sobre TODOS os Policiais Civis.

GRUPO DE TRABALHO. O que é? Não sabemos ainda. Quem vai participar?

Recentemente o SIPOL leu uma carta ao Delegado Geral de Polícia informando que os Policiais Civis Operacionais NÃO SÃO CHAMADOS A PARTICIPAR das negociações e NÃO SÃO RECEBIDOS PELO GOVERNADOR.

Na última reunião na Secretaria de Segurança foi feita a mesma colocação enfatizando que os Policiais Civis Operacionais não têm acesso ao Grupo de Trabalho e que PRECISAM SER OUVIDOS. Pois são igualmente servidores públicos.

O Secretário então se expressou dizendo: vocês são muitos, qual Entidade vamos chamar?

As Entidades responderam: “A FEIPOL. É uma Entidade legalmente reconhecida pelo Ministério do Trabalho. É uma FEDERAÇÃO que representa a TODOS OS POLICIAIS CIVIS INDEPENDENTEMENTE DE FILIAÇÃO.”

O Secretário chamou o Presidente do Grupo de trabalho e pontuou sobre o assunto.

Para nossa surpresa foi publicado no Diário Oficial a inclusão nesse Grupo de Trabalho de um participante indicado pela FEIPOL e outro participante indicado pela ADPESP.

Esperamos que os componentes não policiais desse Grupo de Trabalho se revistam dos espíritos dos princípios administrativos na condução de suas discussões.

É necessário separar muito bem duas coisas:

1 – HIERARQUIA

2 – INTERESSE CLASSISTA

Um bom exemplo é a PROMOÇÃO POR MERECIMENTO. Isso deve ser CORTADO PELA RAIZ NA POLÍCIA CIVIL.

A Polícia não é um órgão privado. Não é possível que uma carreira escolha quem vai ser promovido em outras carreiras. Deve apenas fiscalizar, como reflexo da hierarquia, a condução do processo para que haja lisura e transparência.

Ou seja, o critério tem que ser OBJETIVO: pela antiguidade. Dentre os mais antigos escolhem-se os chefes. Não deve ficar nem mesmo uma sombra dessa promoção por merecimento. Nada de diminuir porcentagens, ou de provas. Extinção mesmo.

Também não é saudável que dentro de um órgão “não militar”, o servidor não tenha acesso ao ápice da carreira. TODOS devem chegar à classe especial. Ainda que se reestruture as classes, acrescentando mais, por exemplo, da seguinte forma:

Escrivão de Polícia (apenas EXEMPLO)

0              3         anos na 6ª classe – salário     =  BASE inicial         2.250,00 + vantagens etc

3              5          anos na 5ª classe – mais 10% =  BASE de               2.475,00 + quinquênio, etc

5             10         anos na 4ª classe – mais 11% =  BASE de               2.747,25 + quinquênio etc

10           15         anos na 3ª classe – mais 12% =  BASE de               3.076,92 + quinquênio etc

15           20         anos na 2ª classe – mais 13 % = BASE de               3.476,91 + quinquênio etc

20           25        anos na 1ª classe – mais 14% =  BASE de               3.963,67 + quinquênio etc

25           —          anos na Especial – mais 15% =  BASE de               4.558,22 + quinquênio etc